2 de abril de 2024

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Por: Apelmat

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Categorias: destaques, Internacional

Indústria cimenteira quer avançar na sustentabilidade

A indústria cimenteira e outras vertentes de infraestrutura esperam que a administração pública norte-americana, incluindo a Agência de Proteção Ambiental, trabalhe com os fabricantes de cimento e concreto para determinar as estratégias mais viáveis ​​para manter o fornecimento dos materiais de construção de forma resiliente e sustentável nos próximos anos.

Foi o que revelou Mike Ireland, presidente e CEO do Portland Cement Association (PCA), durante coletiva para a imprensa na World of Concrete 2024, em Las vegas.

Ireland exaltou o road map para a neutralização das emissões de carbono da indústria cimenteira mundial, informando que a PCA está à frente dessa iniciativa global desde que ela foi lançada, em 2021 (veja infográfico da PCA com o road map na Revista Apelmat).

Segundo o CEO da PCA, os resultados do programa já são relevantes, sendo que, somente em 2022, mais de 1,8 milhão de toneladas de CO2 foram evitadas da atmosfera por meio de ações para a adoção de cimento com menor teor de carbono em sua produção nos Estados Unidos.

Projeções do mercado de infraestrutura nos EUA

Ed. Sullivan, economista-chefe e vice-presidente sênior de inteligência de marketing da PCA, avaliou que, com sustentabilidade, deve haver aumento dos gastos governamentais para o desenvolvimento de infraestrutura nos EUA neste ano. Outros fatores importantes elencados por ele foram a necessidade de redução do tempo de construção e de produtos econômicos, além do desenvolvimento da tecnologia de fabricação.

Entre os dados que indicam tendências futuras estão a maior base na aplicação, puxada pelo segmento de concreto armado, que respondia por 80% do mercado global de concreto no início desta década. Isso se deve à alta resistência e à tração e durabilidade do produto. 

Com base na indústria de uso final, o segmento de edifícios residenciais vem sendo responsável pela maior participação, contribuindo com mais de dois quintos do mercado global de concreto.

Esta matéria é trecho de uma reportagem completa que pode ser lida gratuitamente na edição 178 da Revista Apelmat.